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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Projeto de Pinhalão beneficia 15 mil famílias

Unidade em área de 23 mil metros produzirá filés de peixe, ração e farinha


O governador Beto Richa afirmou nesta quinta-feira,dia 25, que vai propor uma alteração na resolução 051/2009, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, para dispensar do licenciamento ambiental espaços de criação de peixes com até 20 mil metros quadrados. Hoje, estão liberados do documento tanques escavados de até 10 mil metros quadrados. "Uma medida que pode dobrar a produção de pescados no Paraná", ressaltou o governador. 
O anúncio foi feito durante encontro com o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, em Pinhalão, onde os dois assinaram protocolos de intenções para que o Estado dê suporte técnico para cerca de 15 mil produtores de pescados das regiões Norte, Norte Pioneiro e Campos Gerais. Eles também conheceram a Unidade de Processamento de Pescados, que está em construção e uma unidade de alevinos para distribuição a produtores. "Daremos todo apoio para garantir a viabilidade e o melhor proveito deste projeto", afirmou Beto Richa. 
A unidade foi implantada como suporte para o projeto de desenvolvimento da aquicultura na região, realizado por um consórcio intermunicipal que envolve 67 municípios, entre eles Pinhalão, Cornélio Procópio e Santo Antônio da Platina. O objetivo do consórcio é implantar 50 mil tanques-escavados em 15 mil propriedades rurais. A estimativa é que o projeto gere uma produção de 240 toneladas diárias de tilápia. 
O governador afirmou que os trabalhos do Instituto Paranaense de Tecnologia e Extensão Rural (Emater) serão fundamentais para o bom desenvolvimento da cultura. Ele também lembrou que desonerou os municípios de pagarem convênios com o órgão, o que acontecia no passado. "Apoio técnico é obrigação do Governo do Estado. Os prefeitos não têm a obrigação de pagar por isso", disse. 
Richa disse que os investimentos do governo federal na piscicultura local representam importante conquista para o Paraná. "Um projeto que terá um grande alcance social por atender milhares de família”, afirmou. 
A ampliação do espaço para produção de pescado é outra medida que repercutirá no volume de produção. Atualmente, o Instituto Ambiental do Paraná permite que sejam utilizados 10 mil metros quadrados para a criação. Com a nova lei, a área permitida será de 20 mil metros quadrados. "Uma medida que pode dobrar a produção", ressaltou o governador. 

O ministro Crivella cumprimentou o governador pela medida e ressaltou que a produção de pescado é uma atividade benéfica e sustentável. "Podemos produzir 200 toneladas de peixe em um só hectare”, disse. O Brasil, segundo ele, tem potencialidade para se destacar no mercado mundial e se igualar a Rússia, que atualmente lidera o mercado. 
A produção de peixes na região Norte e Norte Pioneiro é de 400 toneladas/ano. A perspectiva é que, após concluídos os projetos, a produção chegue a 10 mil toneladas/ano. Para o prefeito de Pinhalão, Claudinei Benetti, o projeto trará um grande desenvolvimento para a região. "O peixe será uma grande opção de renda", destacou. 
A Emater disponibilizará engenheiros, agrônomos, técnicos e zootécnicos que atuarão diretamente na implantação de tanques-escavados e na criação de peixes. "Já trabalhamos com piscicultores em todo o Estado. É uma medida fundamental, pois é uma atividade que vai mexer com o meio ambiente e deve ser manuseada corretamente", disse o diretor-presidente da Emater, Rubens Niederheitmann. 
O secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, disse que, se bem trabalhada, a cultura pode se tornar uma atividade equivalente ao início da produção de frango no Paraná, com muita viabilidade. "Temos que criar alternativas ao produtor e a piscicultura é uma forte opção", destacou. 
A unidade de processamento de pescados, localizada em uma área de 23 mil metros quadrados no município de Pinhalão, deve ficar pronta em um ano e meio e será uma das mais completas do país. O local terá atividade de abate, processamento e produção, além de frigorífico. Dos pescados que chegarem ali, serão produzidos filés de peixe, ração e farinha. 
Participaram das solenidades o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior; o diretor-presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mussato Pinto; os deputados federais Nelson Padovanni, Luiz Nishimori, Abelardo Lupion, Oliveira Filho e Odílio Babinotti, os deputados estaduais Alexandre Cury e Edson Proadzck, prefeitos e vereadores da região. 




Justiça libera jogo de pôquer


Londrina – O juiz substituto do 2º Juizado Especial Criminal, Luiz Eduardo Asperti Nardi, determinou o arquivamento do processo pelo crime de contravenção penal contra 33 pessoas detidas em fevereiro do ano passado jogando pôquer na sede da Associação Londrinense de Poker, situada no Edifício Twin Tower, Jardim Shangri-lá (zona oeste). 

Nardi acolheu recomendação da promotoria pública, que entendeu que o pôquer não é um jogo de azar. A decisão acompanha posições adotadas pela Justiça de outros Estados, como São Paulo e Rio Grande do Sul. 

"É a primeira decisão desse tipo no Paraná", observou o advogado da Associação Londrinense de Poker, Rodrigo José Mendes Antunes. "Há entendimento que o apostador não depende exclusivamente da sorte para ganhar, mas da habilidade de jogar pôquer. O jogo, muitas vezes, está na interpretação do estilo do adversário e do blefe, que influencia na vitória." 

A Associação Londrinense de Poker, que conta com estatuto formalizado, retomou as atividades e promove encontros durante seis dias da semana. "Essa decisão trouxe tranquilidade para a entidade e põe fim a polêmica em torno do pôquer. A associação voltou a cadastrar sócios e promover encontros e até torneios gratuitos", observou.
Danilo Marconi
Reportagem Local

Crea critica gestão do pedágio


Londrina – O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) e o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) apontam falhas no modelo de gestão para o controle do mandado do anel de integração no Paraná e alertam que o atraso pode acarretar na falta dos investimentos previstos nos contratos de concessão e uso. O prazo para exploração dos pedágios nas rodovias, vigente desde 1998, expira em 2021. 

O Crea e o Senge integraram a Comissão Tripartite de Fiscalização do Pedágio, que vistoriou durante seis meses do ano passado todos os 2.185 quilômetros de rodovias do Anel de Integração. No entanto, o relatório apresentado pelas entidades ao governo não foi apreciado até agora, tampouco houve apresentação de um estudo oficial por parte do Estado. 

Este relatório paralelo será apresentado hoje em evento aberto ao público na sede da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina, na Rua Kozen Igue, 345, no Jardim Itatiaia (zona sul). 

O documento ressalta que o processo de concessão rodoviária no Paraná não atingiu a maioria de seus objetivos, como duplicação de pistas e segurança do tráfego. 

"Desde o princípio o Estado não estruturou a agência reguladora (Agepar), portanto o modelo de gerir fisicamente e financeiramente não gerou ao Estado as informações para renegociar esses contratos. Há uma histórica fragilidade do Estado em gerir os contratos, falta informação para que ele prove desequilíbrio econômico em favor das concessionárias e renegocie os valores", apontou Valter Fanini, diretor do Senge e assessor de políticas públicas do Crea-PR. 

A Secretaria de Infraestrutura e Logística informou, por meio da assessoria de imprensa, que o relatório final da comissão tripartite ainda está sendo analisado pelo secretário José Richa Filho. E que o governo do Paraná entende que a discussão sobre o pedágio deve ser técnica e não política. 

Já a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR–PR) esclareceu, por meio de nota, que não foi consultada para a elaboração do documento e esclarece que todos os dados referentes às concessionárias estão disponíveis na associação e no Departamento de Estradas e Rodagens (DER). A nota também informa que o diálogo está aberto "com quem é de direito, o Poder Concedente".
Danilo Marconi
Reportagem Local

Em dia de protesto, AL aprova benefícios aos professores

Num único dia, deputados votaram em dois turnos as mudanças
no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
Parlamentares aceleram votações de projetos reivindicados pela categoria, que ontem também pediu mais atenção para o SAS


Curitiba - Depois de mil professores, em frente ao Palácio Iguaçu, enterrarem simbolicamente o Sistema de Atendimento à Saúde (SAS), criticado pelo mau serviço prestado aos funcionários públicos, e de eles ocuparem o espaço destinado aos visitantes na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, os deputados estaduais aprovaram duas reivindicações da categoria que foram enviadas em março para a AL. 

Mudanças no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores passaram em dois turnos, mas retornam à pauta semana que vem para última votação (redação final). Já o aumento da hora-atividade (período em que o professor permanece na escola, mas exerce atividades fora da sala de aula), de 20% para 33%, foi aprovado e encaminhado para o governador Beto Richa (PSDB), que horas antes havia anunciado novo contrato para o SAS. 

Em Curitiba, o atendimento médico aos professores era feito no Hospital da Polícia Militar, que ficou congestionado com a demanda. Beto anunciou convênio com o Hospital Evangélico para atenuar a questão e agilizar e melhorar o atendimento aos professores, que terão um ambulatório exclusivo no prédio hoje ocupado pela Paraná Previdência. Manifestações em todo o País foram organizadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelos sindicatos estaduais. Em Londrina, a concentração ocorreu no Calçadão. 

Projetos
Apesar da votação unânime em ambos os projetos, deputados do governo e da oposição não evitaram troca de farpas em suas exposições. Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na AL, repetiu que o Paraná paga aos professores salário de ingresso ''33% maior que o piso nacional para a categoria'', afirmação proferida na manhã pelo vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns (PSDB). Para a jornada de 40 horas semanais, o salário base é de R$ 2.089,88 (o piso nacional é de R$ 1.567,00), mais R$ 609,66 por mês de auxílio transporte. 

Professor Lemos (PT) lembrou que o aumento da hora-atividade no Paraná é uma adequação do Estado à exigência federal. A presidente da APP Sindicato, Marlei Fernandes, disse que a categoria tem diálogo com o governo do Paraná, mas ''ainda precisamos sair às ruas em manifestação pública para sermos ouvidos''. 

A hora-atividade não terá impacto financeiro imediato nos cofres do Estado, diz o diretor geral da Secretaria de Estado da Educação (Seed), Jorge Wekerlin. Só que no projeto, Beto adianta que a secretaria prepara instruções para a ocupação das novas horas-atividade. ''Dentro da perspectiva de incremento da carga horária (ensino integral e contraturno), proposta do atual governo em andamento, torna-se evidente a necessidade de uma articulação maior dos gestores'', diz. 

Sobre as mudanças na carreira, Wekerlin afirma que há dinheiro em caixa para os novos pagamentos (cofres do Estado e repasses federais do Fundo de Educação Básica), estimados pela Seed em R$ 12,6 milhões em 2013. Durante a votação, Traiano anunciou aos professores que o dia de paralisação estadual não seria descontado dos salários dos manifestantes, por opção do governador. Ele negou que os projetos tenham sido taticamente segurados na AL para coincidir com o dia de protestos.
José Lazaro Jr. 
Reportagem Local

Operadoras bloquearão aparelhos não homologados pela Anatel

Flávio Borsato, diretor da Sercomtel, alerta que aparelhos
 não homologados perdem em qualidade e performance
Operadoras bloquearão o uso de aparelhos não homologados pela Anatel


A partir de 2014, os celulares que não possuem homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não poderão mais fazer ligações. As operadoras vão fechar o cerco aos conhecidos celulares ``piratas´´ e bloquear o uso destes aparelhos no momento da ativação do chip. Para isso, elas vão implementar, até o ano que vem, um sistema que verifica se o chip está sendo utilizado em um terminal homologado ou não. O controle, em um primeiro momento, vai ocorrer somente sobre as novas habilitações, mas a expectativa, conforme a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), é que os aparelhos sem homologação já em uso passem por um processo natural de substituição. 

A medida atende a pedidos de fabricantes nacionais, que têm atualmente seus negócios prejudicados pela venda de produtos irregulares. Além disso, atende a desejo da Anatel de melhorar a qualidade das ligações. Estima-se que 20% dos telefones celulares utilizados no País sejam piratas, o que corresponde a 50 milhões de aparelhos, afirma o diretor de Engenharia e Operações da Sercomtel, Flávio Borsato. 

O engenheiro avisa que o fato de não estar homologado junto à Anatel alerta para a questão de que o telefone pirata pode não atender a requisitos de qualidade, o que pode afetar a qualidade do serviço prestado ao usuário em si e até mesmo ao prestado a outros usuários.

Segundo a Anatel, equipamentos não homologados podem ainda apresentar riscos à saúde dos usuários, pois não há controle de níveis de ruídos e de emissões de radiofrequência. O usuário também pode estar exposto a riscos de choques durante o uso ou enquanto carrega a bateria de celulares, afirma ainda a agência, em uma cartilha sobre a homologação de produtos. 

Os celulares "piratas" estão no rol dos aparelhos que chegam ao País ilegalmente, grande parte com origem em países asiáticos, daí serem conhecidos por celulares chineses. Alguns copiam aparelhos populares, e o grande atrativo está no fato de que são vendidos por preços muito baixos. "Mas a qualidade e performance não são compatíveis do ponto de vista técnico com aparelhos homologados, certificados pela Anatel", comenta Borsato. 

A melhor forma de identificar se um aparelho é ou não pirata, de acordo com ele, está no IMEI (International Mobile Equipment Identity, em português, Identificação Internacional de Equipamento Móvel), uma espécie de número de identificação do aparelho usualmente fixada na parte de trás do celular, perto do compartimento da bateria e do chip. 

A Anatel, em uma cartilha, recomenda que os usuários verifiquem se o produto é homologado checando se nele está afixado um selo da agência com o número de homologação ou consultando os modelos certificados no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação (SGCH), que pode ser acessado no site da agência (veja quadro). Mesmo modelos comprados no exterior precisam ser certificados pela Anatel. Neste caso, o usuário precisa consultar o modelo desejado no site.
Mie Francine Chiba
Reportagem Local

Novo serviço de saúde para a população de Assaí


O governo municipal amplia as especialidades de  serviço de saúde para toda população de Assaí. Desde a última sexta-feira (12) a população conta com atendimento  de optometrista , para realização de exames de vista.
A optometria é uma área da saúde responsável pelo cuidado primário da visão,através da realização de exame do processo visual em seus aspectos funcionais e comportamentais, determinando e medindo as acuidades da visão: miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia, acomodação e motilidade dos olhos, prevenindo e corrigindo os transtornos da visão, com encaminhamentos para  profissionais em caso de cirurgias.
“ Estamos atendendo uma determinação do prefeito Luiz Mestiço, e partir de agora a população não precisará mais aguardar de 30 a 40 dias para serem encaminhados para Londrina para realizar um exame de vista”, comenta o secretário de Saúde Jorge Torquato Júnior.
Ao todo serão realizadas 200 consultas por mês para a população de Assaí, sendo  agendadas 25 no período da manhã e 25 no período da tarde de todas as sextas-feiras, com atendimento do Drº Fabiano Kazumiti Inoue.
O senhor João Batista Balduino comemora “essa é uma ótima oportunidade para os moradores de Assaí. Agora não precisaremos mais aguardar mais de 30 dias para realizar um exame de vista. Sem contar que não será mais preciso se deslocar para Londrina. Parabéns e obrigado Prefeito Mestiço”.

Seleção Brasileira joga pouco e empata em 2 a 2 com o Chile no Mineirão

SELEÇÃO BRASILEIRA É VAIADA NO MINEIRÃO

Seleção Brasileira joga pouco e empata em 2 a 2 com o Chile no Mineirão  Wagner Carmo/VIPCOMM

Os 53 mil torcedores no Mineirão foram ver a Seleção pela última vez antes da Copa das Confederações. Queriam ver Ronaldinho firmar-se como capitão, queriam ver o zagueiro Réver garantir vaga, queriam ver uma vitória na estreia do Brasil no novo e reformado estádio. Viram Vargas.

Minuto a minuto: relembre os detalhes do jogo entre Brasil e Chile

Logo aos sete minutos, a torcida, que terminaria a noite vaiando o time de Felipão, deu seu primeiro suspiro de decepção. Em cobrança venenosa de falta para dentro da área, Diego Cavalieri saiu esquisito e, após o bate-rebate, a bola sobrou para Marcos González, do Flamengo, marcar de cabeça um gol que deu o ritmo do primeiro tempo.

O Chile marcava a saída de bola brasileira e criava chances: eram quatro chutes a gol até os 12 minutos — no último deles, Mena apareceu sozinho em frente a Cavalieri e concluiu rasteiro, para grande defesa do goleiro do Fluminense.

Um minuto depois de os chilenos aprontarem mais uma — bicicleta de Rubio após cruzamento do gremista Vargas —, o Brasil cavou escanteio pela esquerda com o colorado Damião. Na cobrança de Neymar, aos 24 minutos, Réver se antecipou aos zagueiros chilenos e empatou com uma bela cabeçada.

O ânimo dado pelo gol mostrou os problemas de entrosamento do Brasil. Ao se impor no jogo, surgiram as dificuldades na armação — mesmo com a ajuda de um Jadson de boa atuação, Ronaldinho não conseguia se livrar da marcação, e Neymar não tinha opção senão a jogada individual.

No segundo tempo, Felipão começou a experimentar o grupo e lançou Pato no lugar de Damião. O corintiano acabou sendo fundamental para a virada: aos nove minutos, Jadson achou Ronaldinho que, de primeira, lançou Pato. Ele poderia chutar, mas preferiu tocar para Neymar encostar, solitário, para as redes: 2 a 1.

O mesmo Jadson que começou o gol do Brasil falhou oito minutos depois, ao deixar Vargas livre na intermediária. O gremista olhou e mandou um belo chute, seco e forte, sem chances para Cavalieri.

Foi a senha para os chilenos adiantarem a marcação e voltarem a pressionar, especialmente pelo lado esquerdo. Felipão manteve o roteiro: como queria testar, colocou Fernando, Osvaldo e depois Marcos Rocha, nos lugares de Ralf, Jadson e Jean, respectivamente.

Com Neymar, Pato e Osvaldo na frente, o Brasil conseguiu responder com boa jogada de Neymar para Marcos Rocha, que pediu pênalti.

Depois, Vargas mandou no jogo, e o Chile teve várias chances de gol. A única resposta brasileira foi um pênalti não marcado sobre Osvaldo, seguido de grande jogada chilena, na qual Fuenzalida entrou em frente a Cavalieri e perdeu gol incrível.

Muitos torcedores haviam saído do estádio antes do fim da partida. Os que ficaram capricharam no grito de "olé" — sempre que o Chile tinha a bola. No fim, o teste maior foi da resistência do time de Felipão às vaias da torcida brasileira.