OUÇA - TERRA NATIVA 1360
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Romanelli em São Sebastião da Amoreira
Blog do Edimar Santos: Romanelli em São Sebastião da Amoreira: O Secretário Estadual do Trabalho Luiz Claudio Romanelli, visitou o Colégio Estadual João Turin, em São Sebastião da Amoreira, na oportu...
Geadas preocupam mercado de trigo
A condição das lavouras de trigo do Paraná apresentou uma queda expressiva em relação à semana passada, após as geadas que atingiram o principal produtor do cereal do Brasil, mas uma alta do preço da commoditie praticamente não afetará o índice oficial de inflação do país, segundo especialistas.
Antes das geadas, 79 por cento da safra de trigo do Paraná tinha boas condições, situação que despencou para 47 por cento, apontou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo estadual. A condição ruim foi registrada em 18 por cento das plantações, contra apenas 4 por cento na semana anterior.
Pouco mais de 50 por cento do trigo do Paraná estava vulnerável às geadas quando elas ocorreram, por quatro dias seguidos no Estado na semana passada, na pior onda de frio para o cereal desde 2000 --ano em que a safra estadual foi dizimada pelo fenômeno climático.
Representantes do governo e dos produtores, no entanto, ainda são cautelosos em apontar perdas para a safra, estimada pelo Deral, antes das geadas, em 2,7 milhões de toneladas, ou quase metade da produção do Brasil. No entanto, dados preliminares apontam para prejuízos expressivos.
"Está mais para uma perda 20 por cento da safra", disse o engenheiro agrônomo da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, ressalvando que ainda é difícil realizar uma estimativa exata.
Em entrevista à Reuters na semana passada, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Marcelo Vosnika, estimou preliminarmente uma redução potencial na safra de cerca de 10 por cento.
O Deral só divulgará uma estimativa de perdas em meados de agosto. "Agora, todo mundo diz que perdeu tudo", disse o coordenador da Divisão de Estatística do Deral, Carlos Hugo Godinho, explicando que o governo vai esperar alguns dias para levantar as perdas, até para que o desespero que tomou conta de alguns produtores não contamine os números.
"No momento ainda é difícil mensurar a perda", acrescentou Mafioletti, afirmando, no entanto, que as perdas no trigo devem ser a maiores desde 2000, quando o Paraná sofreu grande prejuízo.
Após as geadas naquele ano o Estado colheu menos de 600 mil toneladas. As geadas da semana passada também afetaram consideravelmente a safra de café do Estado, assim como hortaliças e o milho, esta última cultura em menor escala.
PREÇOS FIRMES
Os preços do trigo, que já estavam em patamares nominais recordes no mercado interno em função de uma escassez no Mercosul após quebras de safra em 2012 no Brasil e nos países vizinhos, continuaram firmes após as geadas, apontou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em análise nesta terça-feira.
Os preços devem continuar sustentados por mais tempo, na avaliação da Abitrigo, que esperava que houvesse um arrefecimento com a entrada de safra, em setembro.
A avaliação é compartilhada por analistas, que não veem, no entanto, grandes preocupações inflacionárias. "Em relação à toda a parte de panificados, os preços devem se mostrar resistentes. Mas não devem subir mais, porque Estados Unidos e Canadá estão entrando com safra boa, não deve haver uma explosão de preço", avaliou a economista da Tendências Alessandra Ribeiro.
Ainda assim, a expectativa de preços sustentados no setor do trigo não foi suficiente para levar a alterações nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Somados, os itens panificados e derivados de trigo representam apenas 2,35 por cento do IPCA, de acordo com o economista da LCA Fabio Romão. "A geada fez com que eu revisasse a expectativa para Alimentação e bebidas para uma alta de 12 por cento neste ano. Mas não foi o suficiente para mudar a expectativa para o IPCA, em parte porque já esperava que os panificados iriam incomodar, porque o trigo vinha em alta", disse ele, estimando o IPCA neste ano em 5,64 por cento.
Para Alessandra, da Tendências, os preços menores de outros produtos alimentícios podem compensar o impacto da geada. Assim, ela não alterou a expectativa de alta de 9,7 por cento de Alimentação e bebidas neste ano, com o IPCA fechando a 5,7 por cento. "A geada evitou o cenário um pouco melhor", disse.
Fonte: Reuters
http://www.integrada.coop.br
Antes das geadas, 79 por cento da safra de trigo do Paraná tinha boas condições, situação que despencou para 47 por cento, apontou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo estadual. A condição ruim foi registrada em 18 por cento das plantações, contra apenas 4 por cento na semana anterior.
Pouco mais de 50 por cento do trigo do Paraná estava vulnerável às geadas quando elas ocorreram, por quatro dias seguidos no Estado na semana passada, na pior onda de frio para o cereal desde 2000 --ano em que a safra estadual foi dizimada pelo fenômeno climático.
Representantes do governo e dos produtores, no entanto, ainda são cautelosos em apontar perdas para a safra, estimada pelo Deral, antes das geadas, em 2,7 milhões de toneladas, ou quase metade da produção do Brasil. No entanto, dados preliminares apontam para prejuízos expressivos.
"Está mais para uma perda 20 por cento da safra", disse o engenheiro agrônomo da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, ressalvando que ainda é difícil realizar uma estimativa exata.
Em entrevista à Reuters na semana passada, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Marcelo Vosnika, estimou preliminarmente uma redução potencial na safra de cerca de 10 por cento.
O Deral só divulgará uma estimativa de perdas em meados de agosto. "Agora, todo mundo diz que perdeu tudo", disse o coordenador da Divisão de Estatística do Deral, Carlos Hugo Godinho, explicando que o governo vai esperar alguns dias para levantar as perdas, até para que o desespero que tomou conta de alguns produtores não contamine os números.
"No momento ainda é difícil mensurar a perda", acrescentou Mafioletti, afirmando, no entanto, que as perdas no trigo devem ser a maiores desde 2000, quando o Paraná sofreu grande prejuízo.
Após as geadas naquele ano o Estado colheu menos de 600 mil toneladas. As geadas da semana passada também afetaram consideravelmente a safra de café do Estado, assim como hortaliças e o milho, esta última cultura em menor escala.
PREÇOS FIRMES
Os preços do trigo, que já estavam em patamares nominais recordes no mercado interno em função de uma escassez no Mercosul após quebras de safra em 2012 no Brasil e nos países vizinhos, continuaram firmes após as geadas, apontou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em análise nesta terça-feira.
Os preços devem continuar sustentados por mais tempo, na avaliação da Abitrigo, que esperava que houvesse um arrefecimento com a entrada de safra, em setembro.
A avaliação é compartilhada por analistas, que não veem, no entanto, grandes preocupações inflacionárias. "Em relação à toda a parte de panificados, os preços devem se mostrar resistentes. Mas não devem subir mais, porque Estados Unidos e Canadá estão entrando com safra boa, não deve haver uma explosão de preço", avaliou a economista da Tendências Alessandra Ribeiro.
Ainda assim, a expectativa de preços sustentados no setor do trigo não foi suficiente para levar a alterações nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Somados, os itens panificados e derivados de trigo representam apenas 2,35 por cento do IPCA, de acordo com o economista da LCA Fabio Romão. "A geada fez com que eu revisasse a expectativa para Alimentação e bebidas para uma alta de 12 por cento neste ano. Mas não foi o suficiente para mudar a expectativa para o IPCA, em parte porque já esperava que os panificados iriam incomodar, porque o trigo vinha em alta", disse ele, estimando o IPCA neste ano em 5,64 por cento.
Para Alessandra, da Tendências, os preços menores de outros produtos alimentícios podem compensar o impacto da geada. Assim, ela não alterou a expectativa de alta de 9,7 por cento de Alimentação e bebidas neste ano, com o IPCA fechando a 5,7 por cento. "A geada evitou o cenário um pouco melhor", disse.
Fonte: Reuters
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POLICIAL MILITAR DA 3ª CIA DO 18º BPM, EM ASSAÍ, RECUPERA AUTOESTIMA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATRAVÉS DE PROJETO SOCIAL DESPORTIVO
Implantado em Setembro de 2008 na cidade de Assaí, o PROJETO CEFORC – Cultura, Esporte, Formando o Cidadão -, vem tendo uma repercussão satisfatória junto à comunidade daquela cidade, uma vez que ensina aos jovens (crianças e adolescentes) com faixa etária entre 07 a 17 anos, a se valorizarem como cidadãos, mostrando-lhes o caminho do bem através da prática do esporte FUTSAL, e consequentemente, através do lazer, e da disciplina moral e física. Demonstra ainda, que à despeito de todas as dificuldades sociais existentes em nossa atual sociedade, o ser humano tem a capacidade e perspectiva de poder transformar sua vida e destino.
De iniciativa privada, altruística, e tendo por finalidade a fé no jovem; homem de amanhã, que poderá transformar nossa Região em um lugar mais solidário, justo, e com qualidade de vida para todos; o PROJETO CEFORC originou-se graças a visão de pessoas imbuídas do mais autêntico sentimento de benfeitoria social. Dentre essas pessoas singulares podemos citar o Policial Militar, Soldado PM José Roberto Negri, já há 19 anos na Corporação do 18º BPM, e o qual ladeado por pessoas de não menos senso de justiça social, como o Diretor-Professor Gelson Penteado, e atualmente tendo por Diretora a Srª Greidieli Moura, dentre tantos outros voluntários, trazem a esperança de uma comunidade mais próspera, e em decorrência, com um menor índice de criminalidade.
Os projetistas lembram que tudo começou no Colégio Estadual Conselheiro Carrão, onde Negri reside como permissionário. Lá, há três quadras de esportes que deram o “insight” na forma de pensar dos iniciadores do Projeto CEFORC, os quais por sua vez se uniram para dar consecução ao empreendedorismo social. Através do esporte vislumbrou-se a possibilidade de criar no aluno uma força de vontade intrínseca aos alunos de baixa renda, a fim de livrá-los do mundo ilusório e aparentemente de ganho fácil que é o tráfico de drogas. Portanto, nas horas de folga, ainda que com poucos recursos logísticos e infraestrutura, deu-se início ao Projeto Voluntariado do CEFORC.
Com o passar do tempo, os próprios pais, professores, e comunidade em geral foram se atentando aos resultados satisfatórios que vinham sendo demonstrado pelos alunos participantes do CEFORC. Alguns empresários e comerciantes da cidade, inclusive, deram apoio financeiro ao patrocinarem materiais esportivos a fim de que os jovens pudessem participar de campeonatos.
Atualmente, o sucesso do projeto é tanto, que em 2013 a Câmara de Vereadores reconheceu-o como sendo de utilidade Pública. Da mesma forma, em 2012, o Soldado PM Negri foi convidado pelo Presidente do Conselho Regional de Educação Física a se formar um Curso de Profissional em Educação Física (na Capital Paranaense). Hoje ele é um Profissional provisionado com registro no CREF.
Em contrapartida, os mais de 300 alunos que ali foram instruídos já mostraram e ainda mostram os frutos do CEFORC, quer seja na mudança comportamental para melhor, quer seja quase que sempre vencendo ou tirando excelentes colocações nos campeonatos de FUTSAL da cidade de Assaí e até mesmo das cidades vizinhas da Região.
Realmente trata-se de uma conquista social digna, uma vez que no início muitos jovens eram indisciplinados, revoltados, e até mesmo envolvidos com o uso e, ou tráfico de drogas. Hoje, entretanto, o quadro é outro, pois há alguns dos antigos alunos que fazem faculdade, e outros que já estão com a vida social definida. Logo, o papel social a que se propuseram vem se viabilizando dia após dia, até porque, outras crianças e adolescentes com os mesmos problemas e dificuldades daqueles que hoje estão bem sucedidos vem buscando o apoio do Projeto CEFORC.
Dado a valorização do CEFORC, seus organizadores já estão expandindo a área de atuação, sendo que, o projeto de ação social e esportiva está sendo levadopara uma Escola do Rotary localizada na Vila Esperança, onde atendem com satisfação crianças entre 7 a 12 anos de idade. Nessa Vila, infelizmente, há uma alta incidência de tráfico de drogas e porte de armas, sendo que muitas das vezes os meliantes adultos se utilizam de crianças e adolescentes para ajuda-los no cometimento de ilícitos. Foi justamente isso que motivou o Projeto CEFORC a ali também se instalar.
Quem desejar conhecer mais sobre o Projeto basta acessar o site WWW.CEFORC.COM.BR, e da mesma forma, caso alguma pessoa física ou jurídica se dispuser a cooperar com esse projeto de cunho particular e humanitário, poderá fazê-lo quer seja através de apoio logístico, de infraestrutura; de voluntariado, ou mesmo financeiro.
Da mesma maneira, caso queiram contribuir e até mesmo tirar qualquer dúvida ou participar, basta entrar em contato pelo fone: 43-84126432 / E-mail: robertjn75@hotmail.com,
Seção de Comunicação Social do 18º BPM
Prefeito assina convenio de mil toneladas de calcário para agricultores
Na manhã desta sexta-feira(2) o prefeito Luiz Mestiço recebeu o Fiscal de convênio da SEAB Juvenil Batista Nunes e o auditor do Crédito Fundiário José Anísio Ribeiro para a assinatura do Convênio com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento de aquisição de corretivos agrícolas (calcário) para os produtores rurais de Assaí.
O convênio do Governo do Estado do Paraná é integrante do Programa de Apoio ao Manejo e Fertilidade do Solo que tem como objetivo a promoção da produção e da produtividades agrícola das propriedades de agricultores familiares.
De acordo com o prefeito Luiz Mestiço a aplicação de calcário é de extrema importância para a correção do solo, além de auxiliar o manejo e proporcionar uma melhor fertilidade da terra “o calcário é um insumo que proporciona inúmeros benefícios, resultando em melhoria da produtividade agrícola e consequentemente no aumento da renda para o produtor rural. É o Governador Beto Richa prestando assistência ao homem do campo”.
Serão disponibilizados para Assaí mil toneladas de calcário, um investimento de R$ 76 mil reais do governo do estado. O atendimento será limitado em até 10 toneladas de calcário por agricultor, que deve ser selecionado através de análise do solo realizada pela secretaria de agricultura e a Emater.
Os agricultores que ainda não se inscreveram no programa, devem procurar a Emater para maiores informações e realização do cadastro e pedido da análise de solo.
Murilo Leonardi
Assessor de Imprensa
Prefeitura Municipal de Assaí
Médico Que Atendia No PAM De Telêmaco Borba Morre Em Acidente
A Secretaria Municipal de Saúde de Telêmaco Borba comunica, com muito pesar, o falecimento do médico ORLANDO MAYER, ocorrido nesta sexta-feira, 2 de agosto de 2013.
O médico sofreu um acidente com seu veículo quando se dirigia da cidade de União da Vitória com destino a Telêmaco Borba para fazer o plantão no PAM – Pronto Atendimento Municipal.
O corpo será velado e sepultado na cidade de São Mateus do Sul, onde o profissional residia, em horário e local a serem definidos.
O médico sofreu um acidente com seu veículo quando se dirigia da cidade de União da Vitória com destino a Telêmaco Borba para fazer o plantão no PAM – Pronto Atendimento Municipal.
O corpo será velado e sepultado na cidade de São Mateus do Sul, onde o profissional residia, em horário e local a serem definidos.
Por volta das 14 horas desta sexta-feira, 2, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu a um acidente de trânsito na BR 476, localidade da Rondinha em Paula Freitas, que acabou vitimando fatalmente o médico Orlando Kwiatkowski Mayer.
Segundo a PRF, o médico tentou fazer uma ultrapassagem sem êxito e acabou batendo no caminhão e com o impacto da colisão saiu para o canteiro da BR onde colidiu com duas árvores.
Orlando Kwiatkowski Mayer tinha 67 anos.
foto- (Bruna Kobus/Jornal O Comércio)
cadastramento para aquisiçaõ de moradias rurais
Mais uma boa notícia para os pequenos produtores de Assaí, o prefeito Luiz Mestiço em parceria com o Governador de Estado Beto Richa e com o Presidente da COHAPAR Mounir Chaowiche, conseguiu a liberação de mais 30 casas para os Agricultores Familiares de Assaí.
Já foram entregadas10 moradias e trinta famílias aguardam aprovação da Caixa Econômica e agora mais 30 familias serão beneficiadas com o sonho da casa própria.
Essas 30 casas que irão beneficiar agricultores assaienses fazem parte do Programa Nacional de Habitação Rural - Minha Casa Minha Vida- uma parceria entre o Governo do Estado através da COHAPAR, Governo Federal, Caixa Econômica Federal e do Governo Municipal através da Secretária de Assistência Social e EMATER.
Nos dias 12, 13 e 14 de agosto das 8h às 11:30 e das 13h às 17h a Emater e a secretaria de Assistência Social estarão realizando o cadastramento das Famílias de Agricultores interessadas na aquisição das moradias rurais, no auditório da Secretária de Assistência Social .
Os requisitos básicos para se tornar beneficiário desse programa de moradia rural são:
-Ser Agricultor Familiar e pertencer ao Grupo 01;
-Possuir renda bruta familiar de até R$ 30.000,00 ou renda rebatida inferior a R$ 15.000,00 por ano comprovada através de Nota Fiscal de Produtor Rural, e ter a DAP (declaração de aptidão ao Pronaf-Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar);
- Ser Agricultor Familiar com área até 72,0 há equivalente a 04 módulos rurais;
- Não possuir outra casa para habitação fora da propriedade rural;
- A casa de moradia na propriedade rural deve estar em condições precárias;
- Não ser ou não ter sido beneficiário de Programas Habitacionais;
- Não pode ter financiamento imobiliário, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação;
- O interessado não pode ter restrição de crédito no CADIN/SERASA ou junto à Receita Municipal, Estadual e Federal.
- Ter a documentação do imóvel regularizado;
- Cópia da Carteira de Identidade/RG e CPF do casal;
- Comprovante de Estado civil: Certidão de Casamento, certidão de nascimento para os que vivem juntos, certidão de casamento+certidão de óbito para os viúvos ou viuvas, em caso de casais separados ter o divórcio averbado na certidão de casamento;
- Comprovante de Renda: DAP e Extrato da DAP; se for aposentado rural trazer a carta de concessão de benefício do INSS e extrato bancário de recebimento do benefício dos últimos 03 meses;
- Matrícula atualizada do Imóvel (sitio);
- Declaração e comprovante de pagamento do ITR de 2012;
Os interessados devem comparecer na secretaria de Assistência Social munidos de todos os documentos para realização do cadastrarem no Programa de Habitação Rural.
Murilo Leonardi
Assessor de Imprensa
Prefeitura Municipal de Assaí
PRISÃO POR TRÁFICO DE DROGAS EM SANTA CECÍLIA DO PAVÃO
No dia 01/08/2013 por volta da 23H00minos policiais militares de Santa Cecilia do Pavão na Rua Duque de Caxias, efetuaram abordagem em um veiculo vw gol de cor ouro placas LNN2965 de Senges, composto por 03 elementos da cidade de assai sendo eles Rogerio Marques Gelinski, 20 anos, vulgo Rogerinho, Renato Martins de Souza 21 anos e Cristiano Mauricio Moreira dos Santos, 19 anos, após uma busca foi encontrado no interior do veiculo 250 gramas de maconha, todos receberam vós de prisão e foram encaminhados para delegacia de são Jerônimo da Serra, onde foram autuados todos em flagrante por trafico de drogas.
Policiais que participaram da abordagem
SGT Arley
Sgt Gonzaga
Sd Roberto
Sd Jean
Sd Antony
SGT Arley
Sgt Gonzaga
Sd Roberto
Sd Jean
Sd Antony
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